O milagre do home office: um guia para dizer adeus ao stress

Especialistas alertam: há uma perigosa armadilha na avaliação dos níveis de produtividade de quem trabalha em home office. Isso porque, sobretudo quando a entrega propriamente dita permanece igual àquela verificada no escritório, um indesejado custo pode restar oculto. Estamos falando do excesso de horas trabalhadas em casa – aspecto reconhecido em pesquisas por grande contingente de profissionais remotos. Além disso, com certa frequência, essa carga não é sequer estimada de forma atenta. Assim, acaba repercutindo negativamente na saúde – principalmente mental, mas também física – da pessoa submetida a essa rotina. Contudo, bastam alguns ajustes para neutralizar os pontos negativos do home office e dar adeus ao stress. Quer saber como? Então confira este pequeno guia que preparamos para você!

Um raio-x do home office

Para muitas companhias e seus times, responder bem ao cenário da pandemia de covid-19 foi um verdadeiro desafio. Afinal, nem todas as organizações já possuíam uma cultura de trabalho remoto, tampouco um parque de equipamentos adequado para isso. Mesmo assim, a maioria dos líderes empresariais da América Latina afirma que pretende manter o regime de home office agora. Aliás, segundo recente estudo da Workana (plataforma que conecta freelancers a empresas), 84,2% dos gestores querem seguir com esse modelo. Para tanto, eles entendem que o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal deve ser priorizado.

Esse é mesmo um ponto nevrálgico para o sucesso do home office. Inclusive, a mesma pesquisa – que ouviu 2.810 profissionais CLT, freelancers e líderes – captura bem os desafios do trabalho a distância. Durante a pandemia, por exemplo, 24% dos funcionários alegaram ter tido dificuldades de concentração. Além disso, 13,2% relataram ansiedade; e 5,8% sentiram-se deprimidos. Ainda assim, os trabalhadores remotos acreditam ser possível cumprir seus objetivos profissionais nesse modelo. Inclusive, citam que o home office virou um benefício a ser levando em conta na hora de escolher um emprego. Ou seja: os desafios do trabalho a distância estão sendo percebidos, mas não abalam a confiança geral no formato.

Como dar conta de tudo sem stress?

Entre os estudiosos do assunto, há certo consenso sobre a multiplicidade de fatores que induzem ao stress no home office. Por isso, é preciso agir em duas frentes simultâneas: uma cultural e comportamental; outra eminentemente técnica. Ou seja: há questões que dependem mais de “soft skills”, enquanto outras dizem respeito ao ambiente e à tecnologia disponível. A seguir, listamos 5 itens, em ambas as esferas, para transformar o trabalho remoto num oásis de paz e produtividade. Aproveite!

1.     Cultura remota evoluída

Frequentemente, o grande problema na migração para o trabalho remoto reside justo na palavra “migração”. Afinal, se a empresa não é remote first (logo, precisa “migrar”), a transição para o novo modelo pode ser traumática. Isso porque toda a dinâmica da colaboração online acaba, muitas vezes, sendo baseada nos antigos fluxos e hábitos do presencial. E isso não funciona, é claro. O home office exige flexibilidade, confiança para delegar e métricas de sucesso que realmente façam sentido. A cultura da interrupção – com frequentes chamadas de vídeo, ligações, mensagens instantâneas – também não combina com o trabalho remoto. É preciso desenvolver uma cultura de colaboração baseada na escrita, com comunicação prioritariamente assíncrona, que respeite o tempo das pessoas. Assim, cria-se alinhamento de curto, médio e longo prazo, com fluxos 100% digitais que ajudam ainda a integrar o time.

2.     Ambiente produtivo

Nada contra momentos de “ócio criativo” no conforto do lar – pelo contrário! Porém, na hora de executar o trabalho, é fundamental que o foco esteja totalmente nas tarefas profissionais. Assim, o ideal é desligar TV, silenciar notificações pessoais e fechar quaisquer abas não relacionadas ao trabalho no navegador. Além disso, quando o ambiente físico é compartilhado com a família, vale demarcar qual o seu horário de indisponibilidade.

3.     Boa gestão do tempo

Mesmo sem perder tempo no trânsito e com mais flexibilidade de horários, o home office pode ser traiçoeiro. Afinal, sem uma rotina necessariamente fixa, é fácil perder um prazo ou trabalhar de forma intermitente, sacrificando a vida pessoal. Portanto, para prevenir stress e ansiedade, é importante não misturar atividades domésticas e profissionais. Além disso, pode ser difícil determinar o fim do expediente quando se está em casa. Diante disso, pode ser útil estabelecer um “ritual” de encerramento, incluindo outra atividade habitual na rotina. Vale treinar, assistir a uma série ou fazer qualquer coisa que redirecione sua energia para algo pessoal, social ou familiar. Entretanto, é crucial repetir essa tarefa diariamente até que ela se transforme num verdadeiro hábito.

4.     Ergonomia

Mesmo que pareça confortável, trabalhar na cama, no sofá ou numa cadeira inadequada acarreta prejuízos à saúde. Por isso, investir em ergonomia é uma atitude fundamental para todo adepto do home office. Assim, considere a aquisição de uma cadeira de escritório de boa qualidade, dando preferência a modelos com apoio lombar. Além disso, garanta que sua mesa de trabalho e cadeira fiquem ajustadas à sua altura. Da mesma forma, atente à posição da tela de seu computador, que deve ficar alinhado aos seus olhos.

5.     Tecnologia adequada

Por fim, uma das questões incrivelmente mais subestimadas no mundo do home office: a tecnologia. Afinal, não há como obter produtividade e paz ao mesmo tempo quando o equipamento disponível não é adequado. Portanto, no caso de times remotos, o primeiro passo é contar com uma boa estrutura em nuvem. Dessa forma, é possível centralizar os recursos de comunicação, compartilhar arquivos, gerenciar senhas e documentar tudo de forma segura.

Ao mesmo tempo, é crucial que todo trabalhador remoto disponha de equipamentos ágeis e confiáveis. Inclusive, isso se aplica a profissionais de qualquer área – sobretudo aquelas que exigem alto poder de processamento. Afinal, um computador lento, que trava no meio das tarefas críticas, é uma fonte de stress facilmente evitável.

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Foto: iStock/fizkes

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