Como preparar sua escola para o novo ensino presencial

Com a pandemia controlada, praticamente não há mais dúvidas: as escolas poderão retomar o ensino presencial em 2022. Aliás, é um momento pelo qual alunos, professores e gestores ansiavam há bastante tempo. Afinal, mesmo quem teve boas experiências com a educação a distância sente falta dos encontros diários em sala de aula.

Não se pode ignorar, todavia, que a crise provocada pela covid-19 trouxe algumas mudanças permanentes para o setor educacional. O uso de tecnologia, por exemplo, se antes era opcional, agora se torna imprescindível – mesmo no ensino presencial. Da mesma forma, as aulas precisarão ser mais dinâmicas, e o planejamento escolar, mais flexível.

Ou seja: a partir de 2022, presencialidade não significa retomar exatamente o mesmo modelo que vigorava antes da pandemia. Será necessário mudar. Mas a boa notícia é que, embora possam exigir algum esforço, todas essas mudanças são para melhor.

Entendendo o novo ensino presencial

Como citamos acima, são três os principais pontos que devem ser levados em conta pelas escolas que pretendem se manter competitivas em 2022. Abaixo, trazemos mais detalhes sobre cada um deles:

1.     Mais tecnologia em sala de aula     

Há muitos anos se fala sobre transformação digital e expansão do uso de recursos tecnológicos nas escolas. Porém, se antes esse tópico era tratado como parte de um futuro distante, a pandemia trouxe-o para o presente. Assim, ao longo dos últimos dois anos, os alunos, verdadeiros nativos digitais, finalmente experimentaram uma educação que fala sua língua. Ou seja: já não é possível, nem faria sentido, retornar a uma sala de aula que seja analógica.

O novo ensino presencial precisará manter (e até expandir) o uso de ferramentas adotadas durante o período de EaD. Evidentemente, videoaulas e encontros virtuais não deverão ser tão necessários, mas as tecnologias educacionais vão muito além disso. Somente na plataforma Google for Education, por exemplo, são dezenas de apps que podem ser usados nos mais variados modelos de ensino. Assim, facilitam o desenvolvimento de atividades de qualquer disciplina, inclusive incorporando as competências previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

2.     Ensino presencial mais dinâmico

Como visto, a tecnologia amplia muito a caixa de ferramentas do professor. Porém, é essencial saber utilizá-la de forma adequada. Por isso, o uso dos recursos tecnológicos deve ser acompanhado das metodologias apropriadas para explorar todas as suas potencialidades. Afinal, de pouco adianta ter uma sala repleta de computadores, se a atividade prevista for apenas a leitura de um texto online, por exemplo.

Nesse sentido, o novo ensino presencial deve priorizar metodologias ativas, que tornem o aluno protagonista do seu aprendizado. Uma das melhores formas de fazer isso é com a proposta de “sala de aula invertida”. Nesse método, o professor primeiro introduz o conteúdo e incentiva os estudantes a pesquisarem o assunto por conta própria, explorando ferramentas tecnológicas. Depois, o aluno produz seu material, podendo inclusive fazê-lo de forma colaborativa e online com os colegas. Por fim, o professor avalia as pesquisas realizadas e propõe uma terceira tarefa que englobe as abordagens trazidas pelos estudantes.

3.     Flexibilidade no planejamento escolar

Além dos trágicos efeitos na saúde, a pandemia escancarou como nossa sociedade estava pouco preparada para adaptações. E o pior: em muitos setores, como o educacional, os danos poderiam ter sido bem menores se o investimento em tecnologia tivesse chegado mais cedo. Inclusive, para muitas escolas que já utilizavam plataformas como a do Google, a adaptação ao remoto ocorreu sem traumas.

Agora, o pior da pandemia parece felizmente ter passado, mas não podemos simplesmente presumir que episódios assim não se repitam. Portanto, para 2022 e os anos seguintes, é essencial que o planejamento escolar seja mais flexível, prevendo situações de crise. Ou seja, a escola precisa saber com antecipação como proceder para se adaptar a cenários adversos. E a melhor forma de fazer isso, como você já sabe, é através do investimento em tecnologia.

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Foto: iStock/Drazen Zigic.

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